for you.

Dou por mim a querer escrever para ti, dou por mim a pensar em ti, dou por mim a vaguear por entre as memórias que tenho tuas, de ti, de nós... Dou por mim a pensar naquele primeiro cruzar de olhares, da primeira vez que os meus olhos te olharam, daquele primeiro beijo, daquele primeiro toque nas tuas mãos, daquele primeiro abraço, da primeira vez que ouvi a tua gargalhada, daquela primeira vez que sorriste e eu sorri com o teu sorriso, daquele à vontade que tivemos, daquela espontaneidade de quem parecia que se conhecia há anos… Sinto que te conheço, sinto que me pertences (de certa forma), sinto que te pertenço, sinto que tens um pouco (muito) de mim, sinto que dizes uma palavra e eu caio, sinto que me estou a apaixonar, sinto que me estou a habituar demasiado a ti e sinto-me com medo… Medo, receio, dúvida… De não me quereres tanto como eu, de não me olhares da forma como te olho, de não quereres lutar tanto por mim como eu quero lutar por ti, de não me recordares tantas vezes como te recordo a ti… E é assim desde que percebi que não eras só mais alguém, desde que percebi que não eras uma pessoa qualquer, desde que percebi que não me eras indiferente, desde que percebi que não passava sem uma mensagem de bom dia e de boa noite tua, desde que percebi que falar contigo completava os meus dias, desde que percebi que a tua voz me fazia sorrir, desde que percebi que gostar de ti me fazia sentir bem. Tu fazes-me bem, tu és uma parte boa da minha vida. E eu não quero perder isso, não quero desistir disso, não quero afastar-me disto. Peço-te que penses em mim, que dês por ti a pensar em mim, tal como acontece comigo… E peço-te que se eu for aquilo que tu queres, lutes por isso! Porque eu vou estar aqui para lutar contigo, a teu lado; sempre (que quiseres).

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