appetites.

Foi imediato. Uma palavra puxou uma segunda e uma só frase não chegava. Abrimo-nos, partilhámos e criámos algo em instantes. Sem qualquer tipo de bases, completamente à descoberta, como se houvesse algo que nos puxava para continuar a falar. Conversa gerava conversa e fizemo-lo por horas… Quando me apercebi disto, quando parei para pensar o que realmente acontecera e o porquê de ter permitido alguém a entrar na minha vida dessa foram, naquilo que é a minha bolha, a minha intimidade, a minha mente, dei por mim a pensar mais ou menos nisto… Tenho a sensação de que um novo ciclo está para começar, uma boa sensação. Talvez porque acima de tudo, preciso disto, preciso de melhor, preciso de novo, preciso de recomeços... Estou naquela fase de necessitar de uma folha branca; não de um novo livro, porque acredito que o que vivemos aconteceu com algum propósito e não deve nunca ser apagado, mas sim de um novo capítulo. É nesta fase que posso voltar ao controlo, que posso pelo menos tentar, e isto já é um começo. Comecei por esquecer aquilo que já não me fazia bem, abri portas a algo que me pareceu melhor, que pelo menos não me fazia mal e isto já era mais do que o que tinha. Desta vez não me isolei, não me refugiei em sítios onde ninguém me poderia ajudar, e não sei porquê, encontrei algo, encontrei alguém que me ouviu, que me ajudou de certa forma. No meio da monotonia da vida, algo bateu certo e então algo se gerou. O quê concretamente? Não sei mas vou ficar por perto para perceber.

for you.

Dou por mim a querer escrever para ti, dou por mim a pensar em ti, dou por mim a vaguear por entre as memórias que tenho tuas, de ti, de nós... Dou por mim a pensar naquele primeiro cruzar de olhares, da primeira vez que os meus olhos te olharam, daquele primeiro beijo, daquele primeiro toque nas tuas mãos, daquele primeiro abraço, da primeira vez que ouvi a tua gargalhada, daquela primeira vez que sorriste e eu sorri com o teu sorriso, daquele à vontade que tivemos, daquela espontaneidade de quem parecia que se conhecia há anos… Sinto que te conheço, sinto que me pertences (de certa forma), sinto que te pertenço, sinto que tens um pouco (muito) de mim, sinto que dizes uma palavra e eu caio, sinto que me estou a apaixonar, sinto que me estou a habituar demasiado a ti e sinto-me com medo… Medo, receio, dúvida… De não me quereres tanto como eu, de não me olhares da forma como te olho, de não quereres lutar tanto por mim como eu quero lutar por ti, de não me recordares tantas vezes como te recordo a ti… E é assim desde que percebi que não eras só mais alguém, desde que percebi que não eras uma pessoa qualquer, desde que percebi que não me eras indiferente, desde que percebi que não passava sem uma mensagem de bom dia e de boa noite tua, desde que percebi que falar contigo completava os meus dias, desde que percebi que a tua voz me fazia sorrir, desde que percebi que gostar de ti me fazia sentir bem. Tu fazes-me bem, tu és uma parte boa da minha vida. E eu não quero perder isso, não quero desistir disso, não quero afastar-me disto. Peço-te que penses em mim, que dês por ti a pensar em mim, tal como acontece comigo… E peço-te que se eu for aquilo que tu queres, lutes por isso! Porque eu vou estar aqui para lutar contigo, a teu lado; sempre (que quiseres).

gosto muito de ti.

«Promete a ti própria que serás forte
Que nada pode perturbar a tua paz de espírito
Olha para o lado bom das coisas
E torna o teu optimismo uma realidade
Pensa apenas no melhor
Trabalha para o melhor
E espera sempre o melhor
Esquece os erros do passado.»

wanting.

Aprendi que na vida, não basta querer. Querer é o começo, mas está tão longe do fim… O sol nem sempre aparece quando queremos, as pessoas nem sempre correspondem às nossas expectativas, os nossos esforços nem sempre são recompensados… Pensar que aquilo que queremos é garantido, é o mesmo que tentar controlar aquilo que sonhamos. Podemos tentar; podemos adormecer e só pensar naquilo, focarmo-nos naquilo, mas se vamos realmente sonhar com isso, só saberemos na manhã seguinte. E como a vida nos está sempre a surpreender, ainda podemos ter sonhado com aquilo, mas de manhã, nem nos lembrarmos do nosso sonho. Dependemos sempre de outros fatores. Fatores para além de nós próprios, para além do nosso querer. O tempo, o espaço, o esforço, as pessoas, os sentimentos, a vontade, a persistência…, tudo isto nos prende um pouco. O querer não chega, não é suficiente. Querer obriga-nos a querer mais, a fazer mais.

shield.

Sou uma pessoa um pouco reservada. Tenho uma muralha muito grande que serve como escudo. Uso-a como protecção, para me proteger daquelas pessoas que entram na minha vida e que tenho medo que me magoem... Eventualmente deixo algumas entrar mas quando essas saem sem que eu queira, sofro imenso. É por isso que me é cada vez mais difícil deixar alguém entrar. O ser gozona, durona e brincalhona não é por acaso... É só para eu não sofrer, porque infelizmente, já sofri muito com as minhas amizades e amores. Só quero fazer escolhas acertadas porque as que não foram certas magoaram imenso por serem erradas...

writing.


Escrever ajuda, escrever ajuda-me. Mas ajuda ainda mais quando dirigido a alguém, quando esse alguém lê e chega àquilo que queríamos que essa pessoa chegasse, quando essa pessoa compreende e atinge o nosso ponto. Quando se trata de assuntos gerais acaba por ser mais um desabafo. Têm o seu valor porque nos tranquilizam e nos deixam mais leves, mas nunca é o mesmo de quando dirigido a alguém. Escrever para alguém é quase como falar com alguém. E quando esse alguém lê, é como se ele nos ouvisse. A escrita existe para ser lida e compreendida. Se não nos sentimos compreendidos acaba por não ter sentido. Escrever, por si só, nunca é completo. Não para mim. Às vezes nem preciso escrever, preciso só pensar, imaginar as coisas e formular as frases na minha cabeça. Pensar naquilo que queremos dizer ou naquilo que sentimos ajuda. Os pensamentos são só nossos. Se os partilhamos ou não, depende de nós. Mas quando admitidos por nós, já são uma vitória. Até porque os pensamentos são o reflexo dos nossos sentimentos. Às vezes não precisa ser algo material pois os sentimentos são abstractos. Mas depois há aquela vontade de rever tudo, voltar a pensar naquilo por que passámos e não há nada, há só memórias, e por vezes escassas... Não há um guia. Para mim, a escrita é isso mesmo, um guia. Uma recordação de uma memória passada, de um sentimento sentido. A escrita ajuda-me a pôr os meus pensamentos em ordem. Ajuda-me a organizar o que vai dentro de mim. A escrita concretiza-me, de certa forma.

moving on.

Seguir em frente. Deixar o passado. Não o esquecer, não me arrepender, não o querer mudar. Lembrá-lo, relembrá-lo, recordá-lo; sempre com um sorriso nos lábios. Aprender com ele, sorrir devido a ele. 'Não te arrependas daquilo que fizeste mas sim do que não fizeste.', que verdade... O que está feito, feito está. O passado, é passado. Fomos felizes? Fomos infelizes? Sorrimos? Chorámos? Desiludimos? Fomos desiludidos? E então? Seguir em frente. Viver, aproveitar, voltar a fazer tudo mas com sabedoria, com experiência, melhor. É disto que somos feitos, das vivências. Somos o que criámos, somos o nosso passado, mas o nosso futuro é o que está à nossa frente, e esse pode ser o que quer que queiramos. E querer é poder. Seguir em frente, podemos fazer isso...

it's worth it...

Se soubesse o que sei hoje, se soubesse o que pensavas, se soubesse o que sentias, se soubesse como te sentias, se eu soubesse... As coisas teriam sido diferentes, teriam seguido um outro rumo, teriam sido melhores, teriam continuado, teriam recomeçado... Afastei-me de tal modo, mudei de tal modo, esqueci de tal modo, desliguei-me de tal modo; que não soube de nada, não li nada, não ouvi nada, não quis nada, não servia nada... E agora só queria mudança, só queria ouvir, só queria sentir, só queria ter. Ter-te... 'Será que foi assim tão importante que não me faça seguir em frente e estar sempre de volta do mesmo? Será que vale mesmo a pena?'. Só hoje vi, só hoje li, só hoje te responderia a isto; mas só hoje, é tarde. Mas foi importante, é importante... Talvez um dia volte ao mesmo, talvez um dia volte a valer a pena, porque acredita, vale tanto a pena...

far away.

Sinto-me a leste, sinto-me longe. Como se nada me rodeasse. Só o que tenho dentro de mim me faz bem, só o que guardo dentro de mim me dá força. Sinto-me menos eu, ou mais eu; alguém. Como se nada e tudo acontecesse. Não triste, mas não feliz; apenas monótona. A ver os dias passar, como se o que vivo hoje não me completasse, não chegasse. Estou só à espera que o tempo passe, porque ele passa, mas por vezes parece que demora, mas os dias passam... E é só o que preciso, que passem, que não fique aqui, no mesmo sítio, na monotonia que me rodeia. Necessito de necessitar de algo, de estar envolvida em algo. Tudo o que me completa, tudo o que quero, é apenas ter algo, aquilo, alguém. Só isso, só que aconteça, só que possua, só que atinja.

too late.

Às vezes não há volta a dar. Às vezes é definitivo. Nem sempre obtemos o que queremos, deixamos as coisas fugir por entre os dedos. Tivéssemos fechado a mão, tivéssemos lutado, ficado. É engraçado como damos voltas enormes e acabamos por ir dar sempre ao mesmo. Tentamos virar as costas, fugir, esquecer, mas no entanto o nosso coração leva-nos de volta. Leva-nos para onde era suposto irmos. Lição? Talvez não, talvez só tivesse razão. Mas o coração tem razões que a própria razão desconhece. E por vezes torna-se difícil conhecer, perceber, entender o coração, o nosso próprio coração. Pertence-nos e ainda assim conhece-nos melhor que nós a ele. Só sei que estava certo. Que o sentimento era verdadeiro, e continua tudo igual. Só é tarde, tarde demais.

love is life.

Não posso dizer que o amor tem uma definição. O amor não é um só sentimento mas sim um misto deles. O amor é querer, é desejar, é dar e receber, é ter vontade de estar com alguém, é o tudo e o nada. O amor leva-nos ao mais alto ponto da felicidade quando estamos apaixonados. Mas quando se trata de um amor não correspondido, este deixa-nos devastados, como se nada mais fizesse sentido. O sentimento de um amor não correspondido deve superar o sentimento da nossa própria morte, isto porque acredito que após a morte simplesmente não sentimos nada, não somos nada. Enquanto vivos, sentimos. Viver é sentir, viver é amar, viver é apaixonarmo-nos e também sofrermos. O amor completa uma vida, faz parte de uma vida, é a vida de certa forma.

life meaning.

Sinto que procuro um sentido para a vida de cada vez que tento perceber porque me sinto mal comigo própria e choro, de cada vez que me sinto bem comigo própria e sorrio, de cada vez que quero perceber porque me sinto feliz ou triste, de cada vez que quero saber se mereço o que estou a passar ou se simplesmente deveria deixar tudo para trás... Ter um sentido para a vida é procurarmos algo mais do que já obtivemos, é procurarmos o melhor de alguém, de uma relação, de uma amizade e até mesmo de nós próprios. Sei que tenho um sentido para a vida, por vezes algo efémero, incerto... mas ele existe. Até porque todos nós já nos sentimos descontentes com aquilo que temos e vemos à nossa volta. Procuramos por respostas. Ao fazê-lo, estamos a procurar por um sentido para a vida. Não vou dizer que o meu é x ou y, é apenas o meu sentido, e se é para a vida, então é para a felicidade sem qualquer sombra para dúvida.

better days.

Os dias a que chamamos de melhores da nossa vida, no momento podem sê-lo, mas com o passar do tempo podem deixar de o ser... Mais dias passam e as coisas mudam, a vida dá voltas de 360º e nem tudo dura para sempre como esperávamos... Há novos momentos que se sobrepõem aos já passados, há pessoas que deixamos para trás e outras que conhecemos e nos surpreendem. É tudo um ciclo. E os dias felizes são recordações que ficam. Tive momentos muito felizes, dias que considerei perfeitos. Mas como tudo, passa... Há alguns momentos que desejei que se fossilizassem e que só queria voltar a eles... Foram momentos que superam todos os menos bons. Mas os que são com toda a certeza os melhores são aqueles que hoje recordo com um sorriso nos lábios, foram e são o que de melhor passei na vida.

the worst.

Não posso dizer que tive um pior dia, posso dizer que tive dias maus... Dias que me fizeram chorar, desejar desaparecer, sair de casa, esquecer tudo e começar de novo onde ninguém se lembrasse de mim. Sim, foram os piores dias da minha vida. O porquê? Na maioria das vezes coisas insignificantes, criancices, ciúmes, birras estúpidas, mal entendidos, boatos... Enfim. Mas também houveram razões que considero suficientes para me sentir tão mal... Desilusões, lesões, brigas, discussões, erros... Coisas que por muito que quisesse, não poderiam ser diferentes pois não poderia voltar atrás. Foram dias difíceis mas ultrapassados. Tentei esquecer, mas nada se apaga para sempre. Apenas tento não pensar no assunto e seguir em frente. É onde estou agora, na frente, a comandar a minha própria vida.

memories.

Quando penso num momento que me tenha marcado, que tenha mudado a minha vida ou em que tenha obtido respostas para o qual não sabia responder, penso numa das muitas noites passadas contigo. Naquela chorei ao dizer-te tudo o que sentia, tudo o que pensava e tudo o que significas para mim. A noite em que falámos de tudo o que passámos e não passámos. O futsal, as amizades, os sonhos que ainda não foram alcançados, os erros que cometemos e todas as desilusões que vivemos. Principalmente foi dito isto, Aos meus olhos, és a melhor do mundo! O meu ídolo. Só eu sei o misto de sentimentos que naquele momento senti. Mas posso dizer que nada ficou por ser dito, e isso sim, é o mais importante. Mum.

the place.

O meu quarto. É para lá que vou quando me apetece gritar, chorar, fazer barulho, dançar, cantar, o que for. É lá onde me sinto capaz de tudo, é lá onde posso pensar em tudo e todos sem que nada me incomode. É um sítio só meu, onde só entra quem eu quero, quando eu quero. É lá que passo grande parte dos meus dias caseiros, é o meu espaço, o meu refúgio. Sem dúvida, o local que me transmite paz de espírito, onde se cruzam todos os meus pensamentos.

dream.

Sonhar para um dia alcançar, não há mal nenhum nisso. Sonhar é não nos satisfazermos com o quanto basta, é querer ser melhor. Eu definitivamente, quero ser melhor! E o que me ajuda a ser melhor são aquelas palvaras acertadas, aqueles conselhos que são para toda a vida, aqueles abraços reconfortantes que marcam grandes momentos, aqueles gestos que me fazem ficar parada no tempo, agarrada àquele momento... Momentos constroem grandes amizades, grandes amores. Uma vida, a minha vida. Vocês deixam-me sem palavras, as vossas palavras fazem-me querer ser melhor. Mas estas, estas palavras não poderiam ficar por ser ditas. Merecem-nas só pelo simples facto de me ajudarem a ser melhor. Obrigada por me deixarem não sem, mas com estas palavras.

ourselves.

Quando nos pedem uma descrição de nós próprios, tendemos sempre a dizer que as melhores pessoas para nos caracterizarem são as que nos rodeiam. Não digo que isto esteja errado pois com certeza que existem pessoas que nos conhecem muito bem, mas não tanto quanto nós. Nós temos consciência daquilo que somos e daquilo que somos capazes, por vezes até nos surpreendemos mas no fundo, conhecemo-nos de cor. Eu tenho noção daquilo que sou, do que poderia melhorar ou mudar… Mas todos nós temos defeitos, e sim, eu sou impulsiva, respondona, odeio perder, irrito-me com facilidade e choro quando isso acontece, quando me criticam injustamente não aceito de todo, digo tudo o que tenho a dizer na cara, excedo-me e magoo as pessoas… Mas também tenho noção das minhas qualidades e sei que no fundo e principalmente quando se toca àqueles que amo, sei ser um apoio, boa ouvinte e conselheira, estou sempre lá quando precisarem. Quando se toca àqueles que são realmente importantes para nós e que nos pertencem, àqueles que fazem parte da nossa existência, não há nada que nós não façamos por eles. Pois bem, eu sou romântica, adoro dramas românticos e choro bastante ao vê-los, não tenho vergonha do que sou e não mudo por nada, apenas cresço e aprendo. Sou bastante organizada e adoro escrever sobre o que sinto e sobre aquilo que vai na minha cabeça. Quando gosto de um livro devoro-o. Amo cinema, fotografia, pintura e obviamente desporto. Quero o desporto para sempre na minha vida. A adrenalina fascina-me e adoro viajar. Quero viver uma grande paixão, sem grandes compromissos, casamentos ou filhos, quero praia o ano inteiro e adormecer nela. Tenho tanta coisa em mente, tantos sonhos e objectivos que podia continuar aqui a partilhá-los mas isto já deve descrever um pouco de mim. Tenho muita coisa cá dentro, pronta para sair, mas vou guardá-las comigo, por mais uns tempos…

I want, but I can't.

Quero encerrar este capítulo da minha vida. Quero seguir em frente sem sequer olhar para trás. Eu quero mas não consigo. Há tanta coisa que me prende, tanta coisa que ficou por ser dita... Se me ajudasses era bem mais fácil... Preciso de respostas, de saber o porquê. Não consigo entender a facilidade com que lidas com algo que foi tanto por tanto tempo... Ou pelo menos para mim foi. Talvez por isso me custe mas a mim do que a ti. Porque sempre foi mais para mim do que para ti. Diz-me se estou errada mas quanto a mim, só sei que as minhas dúvidas, são a minha única certeza.

refuge.

Pode ser aquilo que quisermos. Onde nos sentimos melhor, onde podemos ser nós próprios, a nossa vontade, o nosso desejo, o nosso canto, o nosso blog, o nosso amor, a nossa família, aquele lugar especial, as memórias, o silêncio, a música, whatever. Gosto de chamar refúgio a este sítio onde escrevo para quem quiser ler, onde desabafo e onde não prescindo de uma visita todos os dias. O refúgio que considero o mais importante, são aqueles que nos ajudam no nosso dia-a-dia, aqueles que têm sempre uma palavra para nos dizer e aqueles com que podemos contar sempre. Um refúgio é um por porto seguro, nunca nos desaponta, é o meu bem mais precioso.